quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

A incoerência daqueles que AMAM a Cristo e ODEIAM a noiva

Volta e meia e vejo gente usando de adjetivos extremamente pejorativos ao falar da Igreja do Senhor.
Pois é, bem sei que vivemos difíceis e que em virtude da superficialidade da igreja brasileira torna-se necessária desconstruir algumas falsas doutrinas disseminadas no meio evangélico, no entanto, acredito que apesar disso ser fundamental a saúde doutrinária da Igreja,  isso não nos dá o direito de espezinhar, denegrir ou até mesmo ridicularizar a Noiva de Cristo.
Caro leitor, a Igreja é de Cristo e as Escrituras nos ensinam que Deus a amou de tal maneira que deu o seu filho para morrer na Cruz por ela. Além disso, a Bíblia nos adverte que a Igreja é a menina dos olhos do Senhor e que as bodas do Cordeiro se dará com uma noiva imaculada.
Isto posto, admoesto aos irmãos a continuarem a lutar pela Igreja de Cristo, no entanto, tomem cuidado para não pecar contra aquela que é amada incondicionalmente pelo nosso Redentor.
Lembre-se: a Igreja foi criada, formada e fundada por Cristo. Ela é composta de gente falha, pecadora e cheia de limitações, todavia, continua sendo de Cristo.
Ela é a Igreja do Deus vivo,  coluna e baluarte da verdade, a noiva do Filho de Deus, portanto, cuidado para não pecar denegrindo a imagem daquela por quem Cristo morreu.

"Passando eu por junto de ti, vi-te, e eis que o teu tempo era tempo de amores; estendi sobre ti as abas do meu manto e cobri a tua nudez; dei-te juramento e entrei em aliança contigo, diz o Senhor Deus; e passaste a ser minha. Então, te lavei com água, e te enxuguei do teu sangue, e te ungi com óleo. Também te vesti de roupas bordadas, e te calcei com couro da melhor qualidade, e te cingi de linho fino, e te cobri de seda. Também te adornei com enfeites e te pus braceletes nas mãos e colar à roda do teu pescoço. Coloquei-te um pendente no nariz, arrecadas nas orelhas e linda coroa na cabeça. Assim, foste ornada de ouro e prata; o teu vestido era de linho fino, de seda e de bordados; nutriste-te de flor de farinha, de mel e azeite; eras formosa em extremo e chegaste a ser rainha. Correu a tua fama entre as nações, por causa da tua formosura, pois era perfeita, por causa da minha glória que eu pusera em ti, diz o Senhor Deus." (Ezequiel 16:8-14)

"Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela, para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água pela palavra, para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito....Grande é este mistério, mas eu me refiro a Cristo e à igreja." (Efésios 5:25-27,32)
Soli Deo Gloria

Por que as "igrejas" dirigidas por falsos profetas e falsos pastores estão lotadas?


Volta e meia alguém me pergunta: “pastor, porque as "igrejas" dirigidas por falsos profetas e falsos pastores estão lotadas? Quais os motivos que levam uma pessoa a frequentar igrejas cujos ensinos são espúrios?”
Pois é, visando ajudar a estes que me indagam, bem como a centenas de outros que possuem esse tipo de dúvida, resolvi escrever quatro razões porque "igrejas" deste naipe, crescem cada vez mais, senão vejamos:
1-) Falsas "igrejas" dirigidas por falsos pastores e profetas crescem porque pregam um evangelho centrado no homem, ou seja, sua mensagem é antropocêntrica e visa somente a satisfação do freguês.
2-) Falsas "igrejas" dirigidas por falsos pastores e profetas crescem porque o deus anunciado por seus "apóstolos, bispos e pastores, é um falso deus, moldado pela vontade humana, cujo objetivo não é a glória de Deus, e sim o enriquecimento do fiel.
3-) Falsas "igrejas" dirigidas por falsos pastores e profetas crescem porque relativizaram as Escrituras, relativizando o pecado, suas consequências e juízo final, nessa perspectiva, não pregam sobre a cruz, arrependimento, salvação, muito menos vida e morte eterna.
4-) Falsas "igrejas" dirigidas por falsos pastores e profetas crescem porque estão debaixo do juízo de Deus. Por não desejarem o verdadeiro Deus, o Senhor os entregou a si mesmos, levando-os assim a desfrutar de um falso evangelho, pregado por falsos líderes e que anunciam um falso redentor.
Pense nisso!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

O Comentário "vulgar" do Papa a respeito de Lutero

O Bispo J.C.Ryle, ao escrever um livro sobre George Whitefield afirmou que o Papa Leão Leão X ao falar sobre o reformador Martinho Lutero disse: "este animal alemão não ama o ouro."

Pois é, fiquei pensando com os meus botões sobre essa frase e o quão profunda ela é. Ora, Lutero, poderia ter sido comprado e corrompido pelo dinheiro de Roma, aliás, a história relata que a igreja desejando que ele parasse com as sus denúncias, pensou em oferecer ao reformador um cargo de "cardeal", o que com absoluta certeza teria sido rejeitado por ele.
E hoje? Como alguns dos pastores evangélicos tem reagido diante das propostas do sistema? Não preciso responder não é mesmo? Até porque, para nossa vergonha muitos dos líderes evangélicos tem vendido a consciência por amarem o ouro acima de qualquer coisa.
Confesso que quando vejo na televisão, na Internet e principalmente nos púlpitos das igrejas falando constantemente sobre o dinheiro sou tomado pela concepção que tais pastores, diferentemente de Lutero, venderam a alma.
Definitivamente precisamos de uma nova reforma, de novos Luteros que amam a Deus acima de todas as coisas, inclusive o dinheiro.
Pense nisso!

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Bispo Macedo, um falso profeta que prega um falso evangelho

A inauguração Templo de Salomão pelo bispo Edir Macedo, seus falsos ensinamentos  e a banalização da graça,  bem como a pregação de um falso evangelho fazem do líder da IURD um falso profeta.

A foto ao lado não me deixa mentir. Vestido como um "sacerdote", com as "tábuas da lei" ao lado, recheado de misticismo Macedo afronta o Evangelho.

Eu já havia escrito um texto onde afirmei que a Igreja Universal do Reino de Deus definitivamente não é uma igreja evangélica. Hoje eu escrevo outro afirmando que o seu fundador, Edir Macedo é um falso profeta.

Edir Macedo Bezerra é carioca, tendo nascido em 1945. Seu pai era comerciante, sua mãe dona de casa, ambos católicos praticantes. Edir é o quarto de uma série de 33 filhos, dos quais 10 morreram e 16 foram abortados por terem nascido “fora de época”.

Em 1975, Edir Macedo foi consagrado pastor na Casa da Benção pelo missionário Cecílio Carvalho Fernandes. Dois anos depois juntamente com Carlos Rodrigues fundou a Igreja Universal do Reino de Deus onde tem ensinado e pregado um evangelho diferente do evangelho de Cristo.

O principal foco de Edir Macedo é a “luta” contra os demônios da pobreza além obviamente da espúria teologia da prosperidade. Em todos seus templos enfatiza-se a libertação dos espíritos, e a prosperidade financeira, usando para isso métodos onde o sincretismo e a mistura de crenças e fé se fazem presentes.

As doutrinas ensinadas por Macedo são repugnantes. Para curar ou operar milagres em uma pessoa, os "macedianos" fazem qualquer negócio. Em outras palavras isso significa vender "pedras da tumba de Jesus", comercializar " a água benta do rio Jordão", distribuir "a rosa milagrosa", empurrar goela abaixo "sal abençoado pelo Espírito Santo", além de reconstruir aquilo que Jesus destruiu". Se não bastasse isso, Edir Macedo defende o aborto, relativiza a ética, e sincretiza o evangelho expulsando dos fiéis “encostos” em “sessões de descarrego.”
Caro leitor, como já afirmei a Igreja Universal do Reino de Deus não é uma Igreja protestante ou evangélica, assim também como seu fundador não pode ser considerado crente em Jesus.

"Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema. Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema." (Gálatas 1:8-9)

O Espírito diz claramente que nos últimos tempos alguns abandonarão a fé e seguirão espíritos enganadores e doutrinas de demônios” (1 Timóteo 4:1)

“Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; ao contrário, sentindo coceira nos ouvidos, juntarão mestres para si mesmos, segundo os seus próprios desejos. Eles se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando-se para os mitos.” (2 Timóteo 4:3,4)


“No passado surgiram falsos profetas no meio do povo, como também surgirão entre vocês falsos mestres. Estes introduzirão secretamente heresias destruidoras, chegando a negar o Soberano que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. Muitos seguirão os caminhos vergonhosos desses homens e, por causa deles, será difamado o caminho da verdade. Em sua cobiça, tais mestres os explorarão com histórias que inventaram. Há muito tempo a sua condenação paira sobre eles, e a sua destruição não tarda.” (2 Pedro 2:1-3)


Minha oração é que Deus tenha misericórdia do bispo Macedo e que ele venha a se arrepender de seus ensinos, pecados e heresias.

Quem me livrará de mim mesmo?

7-temores-Quem-me-livrara-de-mim-mesmo
Christina Rossetti, em seu poema Who shall deliver me?,[1] se contorce em sua imaginação à medida que busca algum meio de salvar-se do seu pior inimigo: ela mesma. Ela suplica a Deus que lhe dê força para suportar o seu “inalienável peso de preocupação”: ela mesma. Ela corre para o seu quarto e fecha a porta, para impedir a entrada de todos os outros com sua tagarelice tediosa, mas não pode escapar de quem mais detesta: ela mesma. Ela deseja ansiosamente recomeçar a vida com uma lousa limpa. Ela roga a Deus que a robusteça contra sua própria “voz patética”.
Talvez com menos drama – contudo, talvez, às vezes, com ainda mais –, cada um de nós se sente traído por si mesmo. “O nosso coração nos condena” (1 João 3.20) e parece não haver jeito de proteger nossos ouvidos da voz de autoacusação. Esse acusador interno insulta a qualidade da nossa fé: “Seu tolo. Você pensa que Deus se impressionará com o seu tipo de religião?”. Ele cataloga minuciosamente os nossos pecados, desde a infância até esta semana, e indaga: “Pode semelhante fé salvá-lo?”. Ou ele cava até o mais fundo e mais delicado ponto de nossa consciência, encontra o pecado do qual temos mais vergonha e sustenta que aquilo é imperdoável e que estamos além do alcance da misericórdia de Deus.
A beleza da Bíblia é que ela nunca nos deixa pensar que estamos sozinhos em nossos temores. Rossetti sabia disso: o título do seu terrivelmente íntimo poema vem diretamente dos lábios de Paulo em Romanos 7.24. Ali ele considera a loucura do seu próprio pecado e a sua inabilidade de amar a Deus do modo que deseja – e das profundezas ele exclama: “Quem me livrará?”. Ela estava seguindo as pegadas de Paulo pelo vale da sombra da morte.
Paulo encontra o caminho para sair daquele lugar sombrio: imediatamente após o seu clamor desesperado, ele prega a si mesmo. Ele proclama, em resposta à sua própria pergunta: “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor!” (v. 25) e “Portanto, agora já não há condenação para os que estão em Cristo Jesus” (8.1). Nós precisamos aprender este padrão: o movimento da autoacusação e da autocondenação para a autoproclamação das boas novas de Jesus Cristo.
Paulo provavelmente aprendeu isso pelo hábito de orar os salmos, pois Davi frequentemente pregava a si mesmo. Os filhos de Corá também apresentam um claro modelo disso nos Salmos 42 e 43, possivelmente uma única composição de três lamentos. No primeiro lamento (42.1-4), o salmista tem sede de Deus e anela por estar com ele, mas se sente distante e até mesmo separada dele. No segundo (vv. 6-10), ele se sente esquecido por Deus e oprimido pelos seus inimigos, sobrecarregado e afundado em ondas de tribulação – ao ponto de ele experimentar o seu medo e angústia como uma ferida mortal em seus ossos. No terceiro (43.1-4), ele se sente rejeitado por Deus.
Cada lamento é seguido por um breve, mas potente, sermão evangélico – o mesmo sermão, repetido como um refrão:
Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu. (Salmo 42.5, 11, 43.5)
Observe a mudança de si mesmo (“ó minha alma”) para Deus (“espera em Deus”). A esperança ressuscita quando o coração volta o olhar para Deus. Paulo fez o mesmo, voltando-se do “miserável homem” que ele era em Romanos 7.14-24 para Deus, por meio de Jesus Cristo, no versículo 25. À medida que o coração sonda interiormente – somando pecados passados, rememorando fracassos passados, lamentando sofrimentos –, ele apenas encontrará razões para a dúvida de si mesmo, o desencorajamento e o temor.
Devemos pregar o evangelho a nós mesmos. Isso exige que mantenhamos nosso rosto na Bíblia, ouvindo a voz de Deus, encontrando a nossa confiança nele e em suas promessas, e não em nós mesmos. O que nós descobriremos na Palavra é que, “se o nosso coração nos acusar, certamente, Deus é maior do que o nosso coração e conhece todas as coisas” (1 João 3.20). Isso é verdadeiro – ele sonda o nosso coração de modo mais penetrante do que a nossa consciência pode fazer e sabe que nós somos de fato piores do que jamais imaginamos.
Mas, a despeito disso, “Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores” (Romanos 5.8, NVI). Quando Paulo reflete sobre isso em Romanos 8.31-39, ele percebe o impensável: Deus está do nosso lado – mesmo contra o nosso coração. Paulo se aquece sob a revigorante luz dessa notícia até que não haja mais ninguém para acusá-lo. De fato, o pensamento de que Deus iria voltar-se contra nós, depois de entregar o seu Filho por nós, ou de que o Filho iria nos abandonar, quando foi ele mesmo que morreu por nós e que vive a interceder por nós – bem, esse pensamento é absolutamente impossível.
Como Paulo, Rossetti ao final volta-se de si mesma e descobre que
Contudo, há Alguém que pode refrear a mim mesma, / Que pode tirar de mim o fardo sufocante / Quebrar o jugo e me pôr em liberdade.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

O crente por ser pobre está debaixo de maldição?

A Teologia da Prosperidade ensina que ser pobre é uma maldição, e que todo cristão deve ser rico materialmente.

Para os defensores deste pensamento teológico, uma pessoa ao se converter deve deixar de ser pobre transformando-se pelo poder de Deus num indivíduo rico. E se porventura  isso não acontecer significa dizer que a pessoa em questão encontra-se debaixo de maldição tornando-se necessário então uma quebra de maldição na vida do desgraçado.

Caro leitor, vejamos o que Bíblia tem a nos dizer sobre o pobre:

1-) Deus fez o rico e o pobre: . "O rico e o pobre se encontram; a um e a outro faz o SENHOR." (Pv. 22:02)

2-) Deus manda ajudar os pobres: (Is. 58.6-7). Em Dt. 15.11 está escrito:“…nunca cessará o pobre do meio da terra; pelo que te ordeno, dizendo: Livremente abrirás a tua mão (…) para o teu pobre na tua terra”

3-) Deus escolheu os pobres do mundo (Tg. 2.5). Quando Jesus andou na terra, anunciou o evangelho principalmente a eles (Mt. 11.25; 19.21; Lc. 4.18). O próprio Jesus enquanto aqui no mundo não era rico (Lc. 9.58).

4-) Deus não faz acepção de pessoas. Tiago ensina que não devemos desprezar os pobres. Todos devem ser tratados da mesma maneira nas igrejas cristãs (Tg. 2.1-6).

Ora, em nenhum momento nas Escrituras você encontrará um texto proferido por Cristo ou pelos apóstolos dizendo: "Receba Jesus e ficarás rico." ou ainda, "Aceite a Cristo e nunca mais serás pobre."

Prezado amigo, se a teologia da prosperidade fosse verdadeira não haveriam cristãos pobres. Eu particularmente conheço inúmeros irmãos em Cristo, fiéis a Deus que não enriqueceram depois de suas conversões. Conheço lugares tanto no Brasil quanto no exterior, onde amados do Senhor vivem com dificuldade. Em virtude disso é justo afirmar que estes não possuem a bênção do Senhor e por isso encontram-se debaixo de maldição? É claro que não.

Talvez ao ler esse texto você esteja dizendo consigo mesmo: "Eu não concordo! Eu quero ser próspero, mudar de vida, crescer profissionalmente."

Veja bem, seu desejo é licito, o que não é lícito é querer fazer de Deus um gênio da lâmpada mágica.

Quer prosperar? Trabalhe, estude e se dedique naquilo que faz a ponto de se transformar no melhor. O reformador francês João Calvino acreditava que a prosperidade era possível desde que fosse consequência direta do trabalho. Isso mesmo! Prosperidade se dá mediante o trabalho e não por profecias descabidas de profetas manipuladores cujo interesse está efetivamente no seu dinheiro.

Isto posto, Seja o melhor eletricista, pedreiro, médico, engenheiro, garçom, advogado ou qualquer outra profissão e verás que não lhe faltarão oportunidades para crescer e prosperar. Agora, por favor não afirme que Deus deseja que todos sejam ricos e quem não o é encontra-se debaixo de maldição. Afirmar isso além de demonstrar um grande desconhecimento da palavra de Deus, coloca um jugo pesado nos ombros daqueles que vivem a vida com enorme sacrifício.

Pense nisso,

quarta-feira, 20 de maio de 2015

07 característica de um falso convertido

O número de pessoas que frequentam as igrejas evangélicas em nossos dias é absurdamente elevado, no entanto, acredito que boa parte daqueles que se dizem cristãos, não nasceram de novo. Aliás, assusta-me o fato de saber que em nossas igrejas existem um número considerável de indivíduos que desconhecem as verdades inequívocas do evangelho, vivendo portanto um cristianismo desprovido de vida e santidade.
Isto posto, gostaria de elencar as principais características de um falso convertido:
1- O falso convertido apesar de conjugar o "evangeliquês" com propriedade, de entoar as canções gospel de cor e salteado, ama demasiadamente o pecado e em virtude disso não está disposto a abandoná-lo.
2- O falso convertido não ama a Palavra de Deus nem tampouco está disposto a obedece-la. Para o falso convertido as Escrituras não devem ser consideradas como a Palavra infalível de Deus.
3- O falso convertido não sente prazer na oração. Para ele o hábito de se relacionar com o Senhor em oração é um fardo pesado e desnecessário.
4- O falso convertido não sente falta da comunhão dos santos. Para o falso convertido o relacionamento entre os irmãos na igreja é dispensável, nessa perspectiva, ele prefere o futebol, as festas, as baladas e todo tipo de entretenimento à reunião dos santos de Deus.
5- O falso convertido não manifesta em sua vida frutos de arrependimento nem tampouco mudança de comportamento. Para o falso convertido tudo é válido desde que no final redunde em satisfação pessoal.
6- O falso convertido não persevera em sua fé, antes pelo contrário, ao enfrentar as batalhas da vida, desiste do Senhor, voltando assim a uma vida de pecados e transgressões.
7- O falso convertido não teme ao Senhor, antes pelo contrário, desenvolve uma espiritualidade focada em si mesmo, onde Deus na verdade não passa de um provedor de seus caprichos.
Pense nisso!