segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Bispo Macedo, um falso profeta que prega um falso evangelho

A inauguração Templo de Salomão pelo bispo Edir Macedo, seus falsos ensinamentos  e a banalização da graça,  bem como a pregação de um falso evangelho fazem do líder da IURD um falso profeta.

A foto ao lado não me deixa mentir. Vestido como um "sacerdote", com as "tábuas da lei" ao lado, recheado de misticismo Macedo afronta o Evangelho.

Eu já havia escrito um texto onde afirmei que a Igreja Universal do Reino de Deus definitivamente não é uma igreja evangélica. Hoje eu escrevo outro afirmando que o seu fundador, Edir Macedo é um falso profeta.

Edir Macedo Bezerra é carioca, tendo nascido em 1945. Seu pai era comerciante, sua mãe dona de casa, ambos católicos praticantes. Edir é o quarto de uma série de 33 filhos, dos quais 10 morreram e 16 foram abortados por terem nascido “fora de época”.

Em 1975, Edir Macedo foi consagrado pastor na Casa da Benção pelo missionário Cecílio Carvalho Fernandes. Dois anos depois juntamente com Carlos Rodrigues fundou a Igreja Universal do Reino de Deus onde tem ensinado e pregado um evangelho diferente do evangelho de Cristo.

O principal foco de Edir Macedo é a “luta” contra os demônios da pobreza além obviamente da espúria teologia da prosperidade. Em todos seus templos enfatiza-se a libertação dos espíritos, e a prosperidade financeira, usando para isso métodos onde o sincretismo e a mistura de crenças e fé se fazem presentes.

As doutrinas ensinadas por Macedo são repugnantes. Para curar ou operar milagres em uma pessoa, os "macedianos" fazem qualquer negócio. Em outras palavras isso significa vender "pedras da tumba de Jesus", comercializar " a água benta do rio Jordão", distribuir "a rosa milagrosa", empurrar goela abaixo "sal abençoado pelo Espírito Santo", além de reconstruir aquilo que Jesus destruiu". Se não bastasse isso, Edir Macedo defende o aborto, relativiza a ética, e sincretiza o evangelho expulsando dos fiéis “encostos” em “sessões de descarrego.”
Caro leitor, como já afirmei a Igreja Universal do Reino de Deus não é uma Igreja protestante ou evangélica, assim também como seu fundador não pode ser considerado crente em Jesus.

"Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema. Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema." (Gálatas 1:8-9)

O Espírito diz claramente que nos últimos tempos alguns abandonarão a fé e seguirão espíritos enganadores e doutrinas de demônios” (1 Timóteo 4:1)

“Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; ao contrário, sentindo coceira nos ouvidos, juntarão mestres para si mesmos, segundo os seus próprios desejos. Eles se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando-se para os mitos.” (2 Timóteo 4:3,4)


“No passado surgiram falsos profetas no meio do povo, como também surgirão entre vocês falsos mestres. Estes introduzirão secretamente heresias destruidoras, chegando a negar o Soberano que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. Muitos seguirão os caminhos vergonhosos desses homens e, por causa deles, será difamado o caminho da verdade. Em sua cobiça, tais mestres os explorarão com histórias que inventaram. Há muito tempo a sua condenação paira sobre eles, e a sua destruição não tarda.” (2 Pedro 2:1-3)


Minha oração é que Deus tenha misericórdia do bispo Macedo e que ele venha a se arrepender de seus ensinos, pecados e heresias.

Quem me livrará de mim mesmo?

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Christina Rossetti, em seu poema Who shall deliver me?,[1] se contorce em sua imaginação à medida que busca algum meio de salvar-se do seu pior inimigo: ela mesma. Ela suplica a Deus que lhe dê força para suportar o seu “inalienável peso de preocupação”: ela mesma. Ela corre para o seu quarto e fecha a porta, para impedir a entrada de todos os outros com sua tagarelice tediosa, mas não pode escapar de quem mais detesta: ela mesma. Ela deseja ansiosamente recomeçar a vida com uma lousa limpa. Ela roga a Deus que a robusteça contra sua própria “voz patética”.
Talvez com menos drama – contudo, talvez, às vezes, com ainda mais –, cada um de nós se sente traído por si mesmo. “O nosso coração nos condena” (1 João 3.20) e parece não haver jeito de proteger nossos ouvidos da voz de autoacusação. Esse acusador interno insulta a qualidade da nossa fé: “Seu tolo. Você pensa que Deus se impressionará com o seu tipo de religião?”. Ele cataloga minuciosamente os nossos pecados, desde a infância até esta semana, e indaga: “Pode semelhante fé salvá-lo?”. Ou ele cava até o mais fundo e mais delicado ponto de nossa consciência, encontra o pecado do qual temos mais vergonha e sustenta que aquilo é imperdoável e que estamos além do alcance da misericórdia de Deus.
A beleza da Bíblia é que ela nunca nos deixa pensar que estamos sozinhos em nossos temores. Rossetti sabia disso: o título do seu terrivelmente íntimo poema vem diretamente dos lábios de Paulo em Romanos 7.24. Ali ele considera a loucura do seu próprio pecado e a sua inabilidade de amar a Deus do modo que deseja – e das profundezas ele exclama: “Quem me livrará?”. Ela estava seguindo as pegadas de Paulo pelo vale da sombra da morte.
Paulo encontra o caminho para sair daquele lugar sombrio: imediatamente após o seu clamor desesperado, ele prega a si mesmo. Ele proclama, em resposta à sua própria pergunta: “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor!” (v. 25) e “Portanto, agora já não há condenação para os que estão em Cristo Jesus” (8.1). Nós precisamos aprender este padrão: o movimento da autoacusação e da autocondenação para a autoproclamação das boas novas de Jesus Cristo.
Paulo provavelmente aprendeu isso pelo hábito de orar os salmos, pois Davi frequentemente pregava a si mesmo. Os filhos de Corá também apresentam um claro modelo disso nos Salmos 42 e 43, possivelmente uma única composição de três lamentos. No primeiro lamento (42.1-4), o salmista tem sede de Deus e anela por estar com ele, mas se sente distante e até mesmo separada dele. No segundo (vv. 6-10), ele se sente esquecido por Deus e oprimido pelos seus inimigos, sobrecarregado e afundado em ondas de tribulação – ao ponto de ele experimentar o seu medo e angústia como uma ferida mortal em seus ossos. No terceiro (43.1-4), ele se sente rejeitado por Deus.
Cada lamento é seguido por um breve, mas potente, sermão evangélico – o mesmo sermão, repetido como um refrão:
Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu. (Salmo 42.5, 11, 43.5)
Observe a mudança de si mesmo (“ó minha alma”) para Deus (“espera em Deus”). A esperança ressuscita quando o coração volta o olhar para Deus. Paulo fez o mesmo, voltando-se do “miserável homem” que ele era em Romanos 7.14-24 para Deus, por meio de Jesus Cristo, no versículo 25. À medida que o coração sonda interiormente – somando pecados passados, rememorando fracassos passados, lamentando sofrimentos –, ele apenas encontrará razões para a dúvida de si mesmo, o desencorajamento e o temor.
Devemos pregar o evangelho a nós mesmos. Isso exige que mantenhamos nosso rosto na Bíblia, ouvindo a voz de Deus, encontrando a nossa confiança nele e em suas promessas, e não em nós mesmos. O que nós descobriremos na Palavra é que, “se o nosso coração nos acusar, certamente, Deus é maior do que o nosso coração e conhece todas as coisas” (1 João 3.20). Isso é verdadeiro – ele sonda o nosso coração de modo mais penetrante do que a nossa consciência pode fazer e sabe que nós somos de fato piores do que jamais imaginamos.
Mas, a despeito disso, “Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores” (Romanos 5.8, NVI). Quando Paulo reflete sobre isso em Romanos 8.31-39, ele percebe o impensável: Deus está do nosso lado – mesmo contra o nosso coração. Paulo se aquece sob a revigorante luz dessa notícia até que não haja mais ninguém para acusá-lo. De fato, o pensamento de que Deus iria voltar-se contra nós, depois de entregar o seu Filho por nós, ou de que o Filho iria nos abandonar, quando foi ele mesmo que morreu por nós e que vive a interceder por nós – bem, esse pensamento é absolutamente impossível.
Como Paulo, Rossetti ao final volta-se de si mesma e descobre que
Contudo, há Alguém que pode refrear a mim mesma, / Que pode tirar de mim o fardo sufocante / Quebrar o jugo e me pôr em liberdade.